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Blog EntryRelato >Pedalada Sampa-VinhedoJun 7, '06 7:25 AM
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RELATO DE AVENTURA

Tipo

Pedalada louca e divertida de fim de semana

Onde

São Paulo (SP) a Vinhedo (SP)

Quando

27 e 28 de Maio de 2006

Quem foi

Edu + Nemo + Rex + Jamal

Relato by: Rex [ rex.biosfera@gmail.com ]

 

A PEDALADA QUE ACABOU EM PIZZA!

Bom, depois de toda aquela loucura pra chegar até a praia, (veja o relato da pedalada Sampa-São Vicente) resolvemos logo marcar a próxima trip pra não dar tempo nem de esfriar as magrelas. Mesmo na correria com os preparativos do casório, Mr. Jamal nos convidou pra ir pedalando até sua nova morada na cidade de Vinhedo. E aí sabe o que aconteceu? A gente foi, oras!

Combinamos que o ponto de encontro "oficial" seria na primeira ponte da Rodovia dos Bandeirantes, pois ali é um lugar prático pro Edu. Mas antes disso o Jamal ia me encontrar em algum ponto do trajeto até a Bandeirantes, pois ele viria de carro pra Sampa logo cedo. E o Nemo já estaria pedalando comigo também, desde o começo. Muuuuuito bem!

Com aquele atraso básico, eu e Nemo começamos a pedalar por volta das 12h30. Ele deixou seu carro lá em casa e de agora em diante era só no pedal! Passamos no Cachoeira, o mesmo restaurante da outra vez, pra abastecer as energias (cara é muuuito bom esse lugar!). Depois de fazer uma pausa e descansar um tikin, prosseguimos nossa aventura pedalando até o começo da Bandeirantes. Lá encontramos o Jamal, que acabou vindo de busão pra cá e atrasou um pouco o começo da pedalada, mas sem o menor problema, já estávamos preparados pra encarar a noite na estrada inclusive. Por volta das 16h00 ele apareceu, aí fomos ao encontro do Edu logo adiante, que já não aguentava mais esperar (será??). Mas finalmente aparecemos pra formar o super comboio com destino à terra da uva. Parece que apesar do nosso atraso pra chegar até ali, o Edu não achou ruim não. Agências de notícias internacionais relataram que enquanto ele aguardava a nossa presença, ficou dando tchauzinho para os veículos que passavam, e dizem até que quase foi raptado por um carro que transportava algumas bikes e vaaárias mulheres sociáveis. :-P

(Re)Começamos então a pedalar. O sol brilhava agradavelmente neste fim de tarde, a estrada estava com movimento aparentemente tranquilo (tipo... normal) e a gente com energia pra gastar! Logo passamos em frente ao Pico do Jaraguá e paramos pra registrar o momento. Depois, só pedal até a primeira parada, feita quando o sol já se escondia no horizonte. Abastecemos a pança (hahaa o Jamal comprou polenta pra mim, isso pq eu queria um pão de queijo), descansamos um pouco, acendemos nossas bikes e prosseguimos. E com a ausência do grande astro, o friozinho (tb conhecido como PUTA VENTO) pegou a gente de jeito. Colocamos blusas e encaramos a estrada! Pedala, pedala, pedala... Por volta das 19h00 passamos no primeiro pedágio e passamos direto. Nosso ritmo era razoável, considerando que o Nemo ainda está em fase de evolução. Mas apesar da dificuldade em algumas subidas, o camarada foi mandando muito bem a cada km. O relevo deste trajeto é bem mais variado que o caminho até a praia.

Pedala, pedala, pedala... conversa, ri pra caramba... pedala, pedala, pedala... Pouco antes das 21h00 eu e Nemo fizemos mais uma parada num posto próximo a entrada pra Jundiaí. Já havíamos pedalando bem e nosso destino não estava muito longe. O Jamal e o Edu haviam se distanciado um pouco, mas em seguida encontramos os dois no posto seguinte onde rolou mais uma parada rápida. Nossa, a galera não perdia tempo em encher a barriga, hehe.

Depois de mais alguns quilômetros, chegamos na entrada de Vinhedo por volta das 21h30. Paramos no primeiro portal da cidade (na verdade eu acho q portal mesmo é o outro, mas blz) onde tem uns monumentos e tal. Qualquer dia dou uma pesquisada sobre o que se trata, porque tem todas aquelas estátuas e tudo mais. O que soubemos é que ao lado do tal portal teria uma famosa casa de primas..... mas nem fomos atrás pra tirar as dúvidas. Naquele momento a gente só queria chegar logo na casa do Jamal pra jantar (hehe... importante né). A parada por ali durou alguns minutos, tiramos fotos e o Edu gravou um vídeo que ficou hilário!!

Mais umas poucas pedaladas e finalmenteeeee, às 22h00 chegamos na casa de nosso anfitrião. Colocamos nossas coisas por ali, pedimos pizzassssssss, conhecemos a Luna (é esse o nome dela né Jamal?) o bichinho de estimação do Jamal e da Nana. Inclusive descobrimos uma coisa muito interessante sobre o bichinho: ela é a primeira cadela do mundo que CACAREJA! Isso mesmo...! Por isso começamos a chamá-la carinhosamente de CAGALO, o cão abajour (heuheuheeheheeee quem não tem o q fazer é fogo, né). Vai ser um espanto pra ciência quando descobrirem este ser canídeo cantante!

Mas então, depois de cada um tomar banho, encher a pança de pizza e prosear um cadinho na sala, fomos para os nossos aposentos (q chique, né) e BOA NOITE! No dia seguinte acordamos tarde, rolou um café da manhã esperto na padoca... o dia estava bem agradável novamente, fizemos um H por lá, trocamos umas idéias, rimos pra caramba, principalmente por causa da bermuda do Nemo que parecia do Homem-Berinjela ahahahahahah! O papo tava bom mas a gente precisava se mandar. Aí arrumamos nossas coisas, agradecemos ao super casal pela hospitalidade e corremos pra rodoviária, pra voltar pra Sampa agora sem o Jamal que ficou por lá.

Pegamos o busão, e depois de uma chorada do Edu, o motorista parou na ponte do Piqueri pra gente descer e descarregar as magrelas. Dali cada um tomou seu rumo, o Edu pra casa dele e eu e o Nemo de volta até Santo Amaro. E assim terminou mais uma aventura louca e muito divertida!

Putz, e eu fui pra terra da uva e não tomei nem um gole de vinho!?? Fala sérioooooo.... hahaa mas esse é um bom motivo pra voltar! Aaaaaehhhhhhhh hahahahah vai ter que aguentar a gente de novo Mr. Jam! Aproveito pra desejar toda a felicidade do mundo pros nossos amigos Jamal e Nana que dentro de poucos dias estarão realizando e comemorando seu casório (aeeee quero comer bolo!).

Valeu Nemo, pela superação mais uma vez, pela companhia, é isso ae mano!. Valeu Jamal, pelas loucuras, pela força, pela hospedagem na sua morada... tks man! Aeeeeee Edu, não falei que nessa você tinha que ir com a gente? Valeu a presença, a experiência, a força.. as risadas! Ceerto maninho! Eu me divirto demais com vcs hahaa! Aquele vídeo vai ser imortalizado! :-P

 

:: Dados da Aventura ::

Tempo Total: um dia e meio aproximadamente

Tempo de Atividade (pedalando): 6h48m11s

Distância Parcial 1 (de Santo Amaro até o início da Rodovia dos Bandeirantes): 27,12 km

Distância Parcial 2 (do começo da Bandeirantes até Vinhedo): 63,13 km

Distância Parcial 3 (da ponte do Piqueri até Santo Amaro): 28,08 km

Distância Total Percorrida: 118,33 km

Velocidade Média: 17,4 km/h

Velocidade Máxima: 48 km/h

Dados by Cateye Enduro 8

 

:: Agradecimentos ::

  • À Deus, por ter guardado nossas vidas durante todo o trajeto;
  • Ao Jamal que nos convidou pra conhecer seu novo habitat;
  • À Nana, que aguentou um monte de caras pernoitando na sua casa e acordando ela de manhã "cedo";
  • À Márcia, que me emprestou sua super câmera fotográfica (valeu aee!).

 

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Blog EntryRelato - Pedalada Sampa-São VicenteApr 25, '06 8:19 AM
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RELATO DE AVENTURA

Tipo

Pedalada louca no feriado

Onde

São Paulo (SP) a São Vicente (SP)

Quando

21 de Abril de 2006

Quem foi

Rex + Jamal + Nemo

 

Relato by: Rex [ rex.biosfera@gmail.com ]

 

 

PEDALADA LOUCA ATÉ A PRIMEIRA CIDADE DO BRASIL!

A idéia desta aventura nasceu de uma brincadeira há algum tempo atrás, quando eu dividia um apê com o Jamal ali no bairro da Saúde. Ele sempre falava que a gente estava mais perto da praia por morar ali e eu dizia que ele tava louco e que a praia estava longe do mesmo jeito. Zueira vai zueira vem, um dia combinamos de descer pedalando até a praia como uma forma de desafio pra nós mesmos, já que ambos temos bicicleta mas nenhum dos dois é fera no pedal. Apenas gostamos da magrela e pedalamos por aí, eu de vez em quando e ele de vez em nunca, hehe. Ou seja, somos bikers café com leite...

 

Hoje a gente não mora mais na Saúde. Agora estou em Santo Amaro e ele foi pra Vinhedo (aliás vai se casar daqui dois meses, aheeeeee!!) mas conversando um dia desses decidimos cumprir nosso desafio e marcamos a data pra descer a Imigrantes. Sabíamos que nossa aventura seria diferente de bikers que pedalam grandes distâncias por não estarmos acostumados com isso da forma que seria. Convidamos o Edu e o Nemo pra descer conosco. O Edu seria o mais experiente da parada, e o Nemo está evoluindo agora... ficou até na dúvida se conseguiria completar o trajeto mas a gente botou fé no garoto e demos uma força e assim fizemos os preparativos. Revisão nas bikes, colocação de todos os acessórios definidos pelo Código de Trânsito Brasileiro, compra de mais alguns itens interessantes e o Jamal até comprou uma bike nova. Infelizmente o Edu teve um problema na bike dele e não deu certo de nos acompanhar, então fomos, eu, Nemo e Jamal.

 

Nossa base era minha casa e combinamos de nos encontrar as 11h da manhã. A idéia era almoçar no Itaim, depois passar no prédio em que eu morava antes pra rever nossas vizinhas e depois seguir viagem. Imaginávamos começar o pedal efetivamente por volta das 17h pois assim evitaríamos o sol forte e chegaríamos (sabe-se lá) a tempo de pegar uma pousada e dormir pra caramba! Acabamos nos atrasando um pouco com os preparativos finais e saímos de casa quase duas da tarde. Ainda tivemos que fazer uma parada estratégica no Carrefour e depois corremos atrás do nosso almoço. É um restaurante vegetariano muuuuitoooo bommm, se chama Cachoeira Tropical e por R$ 11,00 você come à vontade inclusive suco e sobremesa. Lá tive a felicidade de encontrar o Marquinhos, meu professor de recreação, junto com sua namorada, foi legal pois fazia algum tempo que não o via. Trocamos uma idéia e logo nos desejou uma boa pedalada! Almoçamos bem, tiramos a barriga da miséria (!!), descansamos um pouco e às 17h00 seguimos pra Saúde.

 

Como estávamos tentando “economizar” energia, fomos pedalando bem tranquilamente. Chegamos no prédio às 18h00. Encontramos nossas amiguinhas queridas, conversamos, zuamos, tiramos fotos... Foi bem legal rever a turminha! O que elas mais gostaram foi da buzina cor-de-rosa da bicicleta do Nemo heuheuheuheuhe. Zeramos o odômetro e finalmente começamos nossa viagem oficialmente por volta das 20h00.

 

Descemos a rua e paramos no posto pra calibrar os pneus. Devido ao maldito bico da câmara do pneu do Nemo gastamos quase uma hora ali. Depois de muito esforço, mãos sujas e um pneu estourado (do tipo que fez booom!) conseguimos resolver o problema e prosseguir. Pegamos a Abraão de Morais e logo estávamos na Imigrantes. Passamos pela placa que indica o início do trecho sob concessão da Ecovias (uhuuuu!) e continuamos pedalando. Paramos logo no primeiro posto por motivos intestinais, hehe. Problema resolvido, estávamos nos arrumando pra pegar a estrada novamente aí veio um tiozinho falar com a gente. Ele disse que pedalava há tempos atrás e tal,  perguntou sobre a permissão de bikes na estrada, conversamos mais um pouco, nos despedimos e seguimos nosso caminho.

 

A propósito, sabendo que existia uma grande chance de sermos parados pela polícia rodoviária, tivemos a preocupação de estar bem informados sobre tudo que estivesse ao nosso alcance pra que nada estragasse os planos. Ligamos pra Ecovias e pra Polícia Rodoviária, lemos o Código de Trânsito Brasileiro várias vezes, pegamos alguns relatos de bikers que já fizeram esse caminho, etc. Então estávamos prontos pra discutir o assunto caso necessário, já que o código permite a circulação de bicicletas em alguns tipos de rodovias (inclusive a Imigrantes) desde que a bike esteja de acordo com o que o código solicita. O Jamal até brincou: a única coisa que pode complicar a gente é se tiverem colocado placa de proibição de bicicletas. Mas como ligamos pros órgãos responsáveis antes e a conclusão foi que não teria problema em descer, mas que apenas eles desaconselhavam este tipo de aventura devido à preocupação com a segurança dos ciclistas, estávamos confiantes em completar o percurso. Naquele momento inclusive já havíamos passado por várias viaturas da PRF e tudo corria bem.

 

Continuando com nossa incansável pedalada (Incansável?? Isso cansa um bocado, viu?), fomos avançando rumo ao destino previsto. Todos estávamos animados, conversando, rindo, zuando... ouuuheeee! O Jamal era o mais empolgado. A cada placa de quilometragem ele gritava e vibrava! E realmente era incrível! A gente estava fazendo uma coisa que durante um bom tempo ficou somente como uma idéia louca, e que de repente decidimos fazer e estávamos ali, fazendo, correndo, pedalando, fala sério...!

 

Era aproximadamente 22h15 quando chegamos no pedágio. Foi um dos momentos mais legais da aventura! Caracas já estávamos no pedágio! O Jamal gritou que nem um bezerro engasgado... todos vibramos! Paramos rapidamente pra registrar o momento e continuamos pedalando! Ao chegar no posto seguinte, ali onde tem o MC’Donalds, paramos novamente e fizemos um merecido lanche. Exatamente quando o relógio bateu 12 vezes estávamos saindo novamente pra encarar a estrada, afinal ainda tínhamos um longo caminho até São Vicente.

 

Um pouco antes de começar a descida mesmo pela serra, fomos parados no Posto Policial. Conversamos com o soldado e ele disse que não era permitido pedalar naquele trecho. Argumentamos e ele acabou deixando que continuássemos, mas advertiu falando que havia uma placa de Proibido Tráfego de Bicicletas logo a frente (uma informação nova pra gente) e que a viatura que estava mais adiante não deixaria que a gente seguisse viagem. Mesmo assim continuamos afinal estávamos ali pra isso. Seguir em frente até chegar ao destino. E não é que havia mesmo uma placa logo depois? Aí já ficamos preocupados, mas mesmo assim seguimos, até que uma outra viatura nos parou e disse que não poderíamos prosseguir de jeito nenhum pois é muito perigoso dentro dos túneis. Depois de muita conversa, argumentações e tentativas de alternativas para que completássemos nossa viagem, fomos orientados a seguir para um tal de posto Alfa 40 da Ecovias, há aproximadamente 8km dali, que talvez pudéssemos conseguir alguma forma de apoio pra descer a parte perigosa. Observando a orientação, pedalamos de volta alguns metros e seguimos pela interligação da Imigrantes até a Anchieta procurando o tal posto. Logo vimos placas indicando local para descanso de caminhoneiros, deduzimos que seria ali. Chegamos, vimos que era o local certo e conversamos com o pessoal da Ecovias que estava de plantão. Com tudo isso, já era bem mais de duas da madruga. Após uma super-mega chorada de nossa parte, surgiu nosso salvador: era o Donizete, um funcionário da Ecovias que iria descer mais tarde, mas que ouvindo nossa história resolveu colaborar e assim tornou possível a continuação da super aventura. Colocamos as bikes improvisadas no caminhão, já que ele é feito pra carregar carros, ou seja, a carroceria é apenas uma parte plana, mas o nosso mais novo amigo prendeu elas com umas faixas e lá fomos nós, agora pela Anchieta, de veículo motorizado. Logo após os túneis, descemos e retomamos nossa pedalada. Antes, claro, agradecemos bastante ao Donizete, né. Legal então, poderíamos prosseguir, se..... não fosse meu ciclocomputador que tivesse sumido! Pois é, procurei, olhei e nada. Como eu havia colocado ele no bolso quando chegamos no Alfa 40, achei que pudesse ter caído no caminhão, já que é bem fácil de cair qualquer coisa do bolso da bermuda que eu estava usando. Enquanto eu dava uma olhada por ali pra ter certeza que realmente não havia deixado cair por ali, Jamal ligou pro atendimento da Ecovias e relatou a situação. Passaram uma mensagem pelo rádio para o Donizete, ele procurou o tal treco e disse não ter achado. Aí eu já estava quase desistindo (e chorando por perder o aparelho recém adquirido) quando, em meio a um mato que quase cobria os pés, incrivelmente o Nemo achou (uuuuuuhuuuuu!!) o danado do ciclocomputador. Ânimos recarregados, seguimos madrugada dentro em direção à parte final da aventura, que por tudo isso, já era uma mais que incrível!!

 

Às 4h00 chegamos numa ponte bem iluminada, tipo ponte pênsil, registramos o momento novamente e continuamos pedalando. A essa altura o sono já batia forte, além do cansaço, dores nas costas e na bunda. Quando o relógio marcou 4h45 da manhã, chegamos na rodoviária de São Vicente. Finalmente a aventura estava completa, finalmente o desafio estava cumprido! Comemoramos com champagne, mulheres e coroa de louros (hahahaaa) não não é brincadeira, na verdade apenas gritamos e nos abraçamos! Paramos a medição dos dados pelo ciclocomputador, ah e claro, tiramos fotos pra registrar o final da aventura.

 

Fizemos nossas considerações e achamos melhor deixar a pousada pra lá, assim como aproveitar alguma coisa da praia. Com o objetivo atingido, tudo que queríamos naquele momento era voltar pra casa. E assim foi. Eu segui com o Nemo pra Sampa e o Jamal ficou lá pra descolar um bus pra Vinhedo. Não tivemos grande dificuldade pra subir com as bikes no ônibus (eu e Nemo) apenas trocamos uma idéia com o motorista e ele concordou. Geralmente eles pedem pra embalar as bikes e tal, mas ali ia ser complicado arranjar caixas ou sacos pra fazer isso. Já o nosso amigo Jamal teve um pouco mais de dificuldade com esse assunto. Ele teve que pegar dois ônibus por não ter linha direta pra cidade dele, e em um dos embarques o motorista solicitou até nota fiscal da bicicleta, olha só. Mas aí com um pouco de jeito ele também conseguiu chegar em casa finalmente. Chegamos todos pedalando, já que da rodoviária até a casa de cada um também o único jeito era continuar em cima da bike.

 

Essa com certeza foi uma das aventuras mais loucas que já fiz. O trajeto até que foi tranquilo, nem pedalamos muito, fizemos um ritmo beeem tranquilo e tal, mas pelo que significava pra cada um de nós, pela situação toda e pelas coisas que aconteceram, com certeza vai ser uma das histórias que vou ter o maior prazer em contar pro meu filho um dia...

 

Valeu Nemo, pela força, pela garra, pelas várias risadas, (por usar a buzina rosa haha) pela companhia, tks mano!. Valeu Jamal, pelas loucuras, pelas zueiras, (por usar a camiseta de anormal) pela força, por tudo meu camarada! E um grande abraço pro Edu, na próxima você não pode faltar, velhinho!

 

:: Dados da Aventura ::

 

Tempo Total: 9h15m

Tempo de Atividade (pedalando): 3h41m18s

Distância Percorrida: 59.51 km

Velocidade Média: 16,2 km/h

Velocidade Máxima: 42,5 km/h

Dados by Cateye Enduro 8

 

 

:: Agradecimentos ::

 

-          À Deus por ter guardado nossas vidas a cada caminhão que passava ao nosso lado.

-          Ao meu pai que aguentou uma zona de bikes na sala do apê durante uns dias;

-          Ao camarada André (do projeto CicloBR) que mandou altas dicas pra gente;

-          Ao pessoal da Tao do Pedal que também deu umas dicas legais sobre bike;

-          À Helen que emprestou a câmera fotográfica e assim pudemos registrar tudo (tks baby!);

-          E a todos os nossos amigos “normais” que acharam que a gente é tudo louco só por causa de uma aventurazinha, hehe!

 

 

:: Referências ::

 

Cachoeira Tropical

www.cachoeiratropical.com.br

 

O Tao do Pedal

www.otaodopedal.com.br

(11) 3079-7430

 

CicloBr

www.ciclobr.com.br

 

 

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